terça-feira, 31 de março de 2015

Manifesto da UNESCO – Orson Peter Carrara

Transcrevo parcialmente, pela importância da matéria, texto divulgado pelo GDDE – Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita, referindo-se ao Movimento Você e a Paz, que ocorreu em Londrina-PR, com a presença de Divaldo Franco, no último dia 10 de março:
“(...)  O Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não-Violência, esboçado, a convite da Unesco, por um grupo de laureados do prêmio Nobel da Paz, levou milhões de pessoas em todo o mundo, que assinaram o documento, a se comprometeram a cumprir os seis pontos nele firmados, procurando agir no espírito da Cultura de Paz dentro de suas famílias, no seu ambiente profissional e em suas cidades.
Na sequência, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o período de 2001 a 2010 a “Década Internacional da Cultura de Paz e Não-Violência para as Crianças do Mundo”.
Os seis pontos constantes do Manifesto são estes:
1.            Respeitar a vida
2.            Rejeitar a violência
3.            Ser generoso
4.            Ouvir para compreender
5.            Preservar o planeta
6.            Redescobrir a solidariedade.
Para atingir esses objetivos, a Unesco trabalha cooperando com os governos em seus três níveis, com o poder legislativo e a sociedade civil, construindo assim uma imensa rede de parcerias, mobilizando a sociedade, aumentando a conscientização e educando para uma cultura de paz. (...)
O maior desafio é, evidentemente, transformar os valores da Cultura de Paz em realidade na vida cotidiana, é traduzir cada um dos desafios propostos pela Cultura de Paz em termos práticos e na vida das pessoas.
Desenvolvendo os seis pontos firmados no Manifesto e preparar as condições para que a paz possa reinar na Terra implica:
a)            respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminar nem prejudicar;
b)           praticar a não violência ativa, repelindo a violência em todas suas formas: física, sexual, psicológica, econômica e social, em particular ante os mais fracos e vulneráveis, como as crianças e os adolescentes;
c) compartilhar o nosso tempo e nossos recursos materiais, cultivando a generosidade, a fim de terminar com a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica;
d) defender a liberdade de expressão e a diversidade cultural, privilegiando sempre a escuta e o diálogo, sem ceder ao fanatismo, nem à maledicência e ao rechaço ao próximo;
e) promover um consumo responsável e um modelo de desenvolvimento que tenha em conta a importância de todas as formas de vida e o equilíbrio dos recursos naturais do planeta;
f) contribuir com o desenvolvimento da comunidade, propiciando a plena participação das mulheres e o respeito dos princípios democráticos, para criar novas formas de solidariedade.
Trata-se de um programa que se afiniza em tudo com o que aprendemos com as lições do Evangelho e com os ensinamentos espíritas.
Que se trata de um trabalho hercúleo e naturalmente lento, todos sabemos.
Mas sabemos também que nele se inserem os elementos indispensáveis para que a guerra, a opressão, a tirania e toda forma de violência sejam varridas do nosso planeta, nessa marcha inelutável rumo a um futuro promissor predito por Jesus, que declarou certa vez que os mansos herdarão a Terra.”.
                Pela importância das recomendações, fica evidente nosso compromisso de espalhar e viver esse tratado de paz.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Mulher na dimensão espirita


Dia 08 de Março comemora-se o dia Internacional da mulher como forma de discutir seu papel na sociedade, tentar diminuir o preconceito, desvalorização, baixos salários, violência.

O espiritismo veio cumprir um  importante papel na solução dos problemas sociais, não seria diferente em relação as mulheres, pois a Doutrina nos ensina que “ Fomos criados simples e ignorantes” ...e não diz ...“ Foi criado homem e depois a mulher” como pregam algumas religiões, fomentando ainda mais o preconceito contra ELA.

O espírito não tem sexo, porém estagiamos ora homens, ora mulheres para aprendermos, fixando conceitos, a vida é uma escola, portando a mulher está mulher e tem um papel importado, principalmente na condição de mãe e educadora.

Plínio Salgado no livro Vida de Jesus diz......"a mulher grávida leva um destino no ventre, um germe de personalidade, a misteriosa geometria imanente de um corpo, de uma fisionomia, de um modo de ser; a centelha de um espírito; a semente de um fato social, que se pode chamar um dia: revolução, renovação, gênio do bem ou gênio do mal”. A mulher leva em seu ventre, o destino da humanidade.

A mulher tem que assumir seu papel na sociedade, suas responsabilidades na família, na vida profissional, politica, nas atividades de estudo e se for espirita, na divulgação da doutrina, não buscando imitar os homens, ou competir com eles, mas trabalhando ao lado deles na tarefa de melhorar este mundo.