quarta-feira, 9 de novembro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Transtornos mentais podem ser reflexos de vidas passadas
No Brasil,
estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde
mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes
Para a
medicina tradicional, uma questão genética, complexa, que pode ser, talvez,
causada por alterações químicas no cérebro. E que, apesar de tantos estudos,
ainda não se sabe ao certo a causa deles. Mas para os médicos espíritas, os
transtornos mentais têm, sim, explicações. Essa área da medicina, inclusive, é
a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de
outras vidas entram em jogo. "O transtorno mental é um resquício do
passado", define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas,
Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa
discussão.
Uma vez que
as interpretações para os males mentais são diferentes para os médicos
espíritas, as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700
milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas
precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com
transtornos graves e persistentes.
Segundo o
psiquiatra e diretor-técnico do Hospital André Luiz, Roberto Lúcio Vieira, a
psiquiatria é a área da medicina em que os ensinamentos espíritas mais
conseguem aparecer. Isso porque, segundo ele, além de levar em consideração
questões genéticas, assim como a medicina tradicional, os médicos espíritas,
diante de um paciente com transtorno mental grave, levam em conta as vidas
passadas. "O adoecer é o caminho para cura. Temos percebido que muitos
males, como os quadros graves de esquizofrenia, geralmente são de espíritos
que, em outras vidas, abusaram muito do poder que tinham, cometeram homicídios
ou tentaram o suicídio várias vezes. Quando eles adoecem nesta vida, é porque
bateu a culpa da vida anterior", explica Roberto.
Leia a
primeira matéria da série 'A saúde à luz do espiritismo:
Por que
adoecemos?
Também
membro da Associação Mineira Médico Espírita, Roberto, em um artigo escrito no
portal da entidade, diz que a doutrina espírita tem mostrado que os processos
mentais seriam frutos da atividade espiritual, com repercussão na estrutura
física cerebral. "Sendo assim, o cérebro seria apenas o instrumento. No
entanto, para ocorrer essa integração entre a essência espiritual, sua
manifestação e a estrutura física, é necessária a existência de um elemento que
seja intermediário, tanto na função quanto em sua composição. Esse corpo é
chamado espiritual ou perispírito", define.
MATÉRIA
O
perispírito, de acordo com o conhecimento espírita, é envoltório fluídico que
uniria a alma humana ao corpo físico e, através do qual, o espírito atuaria na
matéria. Mas, antes de mais nada, é preciso compreender que, para o
espiritismo, somos seres em constante evolução e estar encarnado é o processo
para evoluir. No livro a Cura e Auto-Cura, uma visão médico espírita, do
homeopata Andrei Moreira, ele explica que a reencarnação é a lei biológica natural,
"instrumento da evolução, em que o ser experimenta o contato com a
diversidade e desenvolve aptidões necessárias ao progresso." Ele diz que a
reercarnação devolve ao homem o fruto de suas escolhas, "em mecanismos
naturais de reencontros, saúde ou doença."
O médico
psiquiatra Jaider Rodrigues diz que usa recursos da ciência acrescidos da
compreensão espírita no tratamento dos pacientes
Segundo
explica o psiquiatra espírita Jaider Rodrigues, o paciente da psiquiatria é
visto por dois viés: "Levamos em conta a influência espiritual, que pode
ser do próprio paciente, ou seja, questões do próprio espírito e, também, as
influências externas, que podem ser de outros espíritos que passam a
influenciar no quadro mental do paciente", explica, acrescentando que todos
os casos são passivos de auxílio. "Usamos os recursos da ciência,
acrescidos da compreensão espírita."
Jaider
lembra do caso de uma paciente que lhe chamou a atenção. Muito bonita e, com no
máximo 30 anos, essa mulher, de BH, desenvolveu um quadro de esquizofrenia
grave, sem motivo aparente. "Ela entrou em um quadro psicótico e tivemos
que interná-la no Hospital André Luiz, pois estava agressiva, falava coisas sem
sentido. Durante as sessões mediúnicas que fazemos para os pacientes, apareceu
um espírito dizendo ter sido escravo na vida anterior e contou que aquela
mulher, na sua última vida, tinha sido casada com um senhor de engenho e
abusava muito dos escravos, com requinte de crueldade. Nesta vida, esses
espíritos a perturbaram", conta, dizendo que o espírito avisou ainda que
seria difícil livrá-la dessas influências externas, e que por mais que os
médicos fizessem, nada ia adiantar. "Por um tempo, ela conseguiu melhorar.
Mas não durou muito e faleceu", lamenta Jaider.
Processo de
evolução
Geralmente,
os transtornos quando se manifestam, é a culpa do que se fez em outra vida,
como apontam os estudos espíritas. Mas, de acordo com os médicos, não se trata
de um castigo divino. Faz parte do processo de evolução daquele espírito. Ouvir
vozes, de acordo com Jaider, pode ser, sim, um espírito falando. A obsessão, de
acordo com o precursor do espiritismo, Alan Kardec, é a ação persistente que um
espírito mau exerce sobre um indivíduo. "Apresenta caracteres muito
diversos, desde a simples influência moral sem perceptíveis sinais exteriores
até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais", diz em
seu livro, o Evangelho segundo o espiritismo. Ele diz que a obsessão ocorrerá
toda vez que alguém, encarnado ou desencarnado, exercer sobre o outro constrição
mental negativa.
De acordo
com Kardec, há vários tipos de obsessão, sendo o mais grave o de subjugação, em
que o obsessor interfere e domina o cérebro do encarnado. A subjugação pode ser
psíquica, física ou fisiopsíquica. Assim, as doenças mentais ou físicas podem,
sim, de acordo com o conhecimento espírita, sofrer influências externas. Um dos
tratamentos indicados são os passes, idas ao centro espírita e sessões de
desobsessão, em que os médicos médiuns ajudam os espíritos desencarnados e encarnados
envolvidos no processo a receber esclarecimentos, para que ambos tenham bases
sólidas para mudar hábitos e atitudes, condicionando-se a atitudes mentais mais
saudáveis. Segundo escreveu Francisco Cândido Xavier, ao psicografar a obra de
André Luíz, Mundo maior, "o processo obsessivo não é, na realidade, uma
doença, é simplesmente um reflexo de mentes doentias que se unem. Ele não é uma
causa, é o efeito de um 'mal' anterior".
REBELDES
Nesses casos
de transtornos mentais, além do conhecimento espírita, medicamentos são usados.
Kardec acreditava que somente medicação não traria alívio. No Hospital André
Luiz, em BH, que tem 45 anos de funcionamento, sendo referência para casos
psiquiátricos, os pacientes, de acordo com o diretor, Roberto Lúcio Vieira, são
de todas as crenças, sendo o diferencial da unidade o tratamento espiritual.
Segundo ele, há no hospital 350 funcionários que trabalham voluntariamente.
"Com autorização do paciente ou da família, aplicamos os conhecimentos do
espiritismo." De acordo com ele, algumas doenças psiquiátricas,
geralmente, são de indivíduos mais rebeldes.
É o caso,
por exemplo, da depressão, que afeta cerca de 35 milhões de pessoas no Brasil.
"É uma doença que demarca a grande rebeldia do espírito", diz
Roberto. Segundo Jaider, geralmente, é o espírito não se contentando com a vida
que Deus lhe deu. "É como se dissesse 'já que não tenho a vida que quero,
não aceito a vida que tenho'. Se o paciente der espaço, a gente estimula a
relação com Deus e o hábito da oração", conta. Os pensamentos negativos
também contribuem para o quadro.
Outro mal
apontado pelos médicos é o de Alzheimer. Segundo Roberto, assim como a medicina
tradicional vem tentando entender essa doença que afeta a memória do paciente,
o espiritismo também busca suas explicações. Um dos esclarecimentos para a
causa da enfermidade é que a grande maioria dos portadores da doença foi
culturalmente pobre durante a vida, se prendeu a questões materiais e dificuldades
de relacionamento. "Quando ocorre o Alzheimer, é como se fosse uma
oportunidade para que essa pessoa chegue mais "limpa" espiritualmente
no outro plano. E para os familiares, é uma prova de paciência."
Transtorno
mental
Os médicos
espíritas passaram a perceber, por meio de estudos e casos clínicos, que muitos
pacientes que desenvolvem algum transtorno mental sofrem influência da sua vida
anterior. No caso da esquizofrenia grave, por exemplo, tem-se percebido que
esses espíritos, em vidas passadas, cometeram alguma transgressão às leis
divinas e, nesta vida, sentiram o peso da culpa. O paciente pode, sim, sofrer
ainda influência de outros espíritos que tiveram alguma ligação com ele nas
outras vidas.
Mal de
Alzheimer
Assim como a
medicina tradicional estuda as causas do Mal do Alzhemeir, a doutrina espírita
começa a perceber que as pessoas portadoras do mal, geralmente, foram pessoas
apegadas a bens materiais e muito vaidosas, que precisam do desapego, do
"esquecimento", marca da doença, para evoluir e fazer uma limpeza na
alma.
Depressão
Para os
médicos espíritas, a depressão atinge aqueles espíritos rebeldes, que não estão
satisfeitos com a vida que Deus lhe deu. Assim, se abrem para os pensamentos
negativos e as influências externas que podem contribuir para o agravamento do
quadro
No Brasil,
estima-se que 23 milhões de pessoas precisam de algum atendimento em saúde
mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com transtornos graves e persistentes
Para a
medicina tradicional, uma questão genética, complexa, que pode ser, talvez,
causada por alterações químicas no cérebro. E que, apesar de tantos estudos,
ainda não se sabe ao certo a causa deles. Mas para os médicos espíritas, os
transtornos mentais têm, sim, explicações. Essa área da medicina, inclusive, é
a que mais se distancia da medicina tradicional. Questões emocionais desta e de
outras vidas entram em jogo. "O transtorno mental é um resquício do
passado", define o presidente da Associação Mineira dos Médicos Espíritas,
Andrei Moreira, apontando aí as vidas passadas como ponto de partida para essa
discussão.
Uma vez que
as interpretações para os males mentais são diferentes para os médicos
espíritas, as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700
milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 23 milhões de pessoas
precisam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões sofrem com
transtornos graves e persistentes.
Segundo o
psiquiatra e diretor-técnico do Hospital André Luiz, Roberto Lúcio Vieira, a
psiquiatria é a área da medicina em que os ensinamentos espíritas mais
conseguem aparecer. Isso porque, segundo ele, além de levar em consideração
questões genéticas, assim como a medicina tradicional, os médicos espíritas,
diante de um paciente com transtorno mental grave, levam em conta as vidas
passadas. "O adoecer é o caminho para cura. Temos percebido que muitos
males, como os quadros graves de esquizofrenia, geralmente são de espíritos
que, em outras vidas, abusaram muito do poder que tinham, cometeram homicídios
ou tentaram o suicídio várias vezes. Quando eles adoecem nesta vida, é porque
bateu a culpa da vida anterior", explica Roberto.
Leia a
primeira matéria da série 'A saúde à luz do espiritismo:
Por que
adoecemos?
Também
membro da Associação Mineira Médico Espírita, Roberto, em um artigo escrito no
portal da entidade, diz que a doutrina espírita tem mostrado que os processos
mentais seriam frutos da atividade espiritual, com repercussão na estrutura
física cerebral. "Sendo assim, o cérebro seria apenas o instrumento. No
entanto, para ocorrer essa integração entre a essência espiritual, sua
manifestação e a estrutura física, é necessária a existência de um elemento que
seja intermediário, tanto na função quanto em sua composição. Esse corpo é
chamado espiritual ou perispírito", define.
MATÉRIA
O
perispírito, de acordo com o conhecimento espírita, é envoltório fluídico que
uniria a alma humana ao corpo físico e, através do qual, o espírito atuaria na
matéria. Mas, antes de mais nada, é preciso compreender que, para o
espiritismo, somos seres em constante evolução e estar encarnado é o processo
para evoluir. No livro a Cura e Auto-Cura, uma visão médico espírita, do
homeopata Andrei Moreira, ele explica que a reencarnação é a lei biológica natural,
"instrumento da evolução, em que o ser experimenta o contato com a
diversidade e desenvolve aptidões necessárias ao progresso." Ele diz que a
reercarnação devolve ao homem o fruto de suas escolhas, "em mecanismos
naturais de reencontros, saúde ou doença."
O médico
psiquiatra Jaider Rodrigues diz que usa recursos da ciência acrescidos da
compreensão espírita no tratamento dos pacientes
Segundo
explica o psiquiatra espírita Jaider Rodrigues, o paciente da psiquiatria é
visto por dois viés: "Levamos em conta a influência espiritual, que pode
ser do próprio paciente, ou seja, questões do próprio espírito e, também, as
influências externas, que podem ser de outros espíritos que passam a
influenciar no quadro mental do paciente", explica, acrescentando que todos
os casos são passivos de auxílio. "Usamos os recursos da ciência,
acrescidos da compreensão espírita."
Jaider
lembra do caso de uma paciente que lhe chamou a atenção. Muito bonita e, com no
máximo 30 anos, essa mulher, de BH, desenvolveu um quadro de esquizofrenia
grave, sem motivo aparente. "Ela entrou em um quadro psicótico e tivemos
que interná-la no Hospital André Luiz, pois estava agressiva, falava coisas sem
sentido. Durante as sessões mediúnicas que fazemos para os pacientes, apareceu
um espírito dizendo ter sido escravo na vida anterior e contou que aquela
mulher, na sua última vida, tinha sido casada com um senhor de engenho e
abusava muito dos escravos, com requinte de crueldade. Nesta vida, esses
espíritos a perturbaram", conta, dizendo que o espírito avisou ainda que
seria difícil livrá-la dessas influências externas, e que por mais que os
médicos fizessem, nada ia adiantar. "Por um tempo, ela conseguiu melhorar.
Mas não durou muito e faleceu", lamenta Jaider.
Processo de
evolução
Geralmente,
os transtornos quando se manifestam, é a culpa do que se fez em outra vida,
como apontam os estudos espíritas. Mas, de acordo com os médicos, não se trata
de um castigo divino. Faz parte do processo de evolução daquele espírito. Ouvir
vozes, de acordo com Jaider, pode ser, sim, um espírito falando. A obsessão, de
acordo com o precursor do espiritismo, Alan Kardec, é a ação persistente que um
espírito mau exerce sobre um indivíduo. "Apresenta caracteres muito
diversos, desde a simples influência moral sem perceptíveis sinais exteriores
até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais", diz em
seu livro, o Evangelho segundo o espiritismo. Ele diz que a obsessão ocorrerá
toda vez que alguém, encarnado ou desencarnado, exercer sobre o outro constrição
mental negativa.
De acordo
com Kardec, há vários tipos de obsessão, sendo o mais grave o de subjugação, em
que o obsessor interfere e domina o cérebro do encarnado. A subjugação pode ser
psíquica, física ou fisiopsíquica. Assim, as doenças mentais ou físicas podem,
sim, de acordo com o conhecimento espírita, sofrer influências externas. Um dos
tratamentos indicados são os passes, idas ao centro espírita e sessões de
desobsessão, em que os médicos médiuns ajudam os espíritos desencarnados e encarnados
envolvidos no processo a receber esclarecimentos, para que ambos tenham bases
sólidas para mudar hábitos e atitudes, condicionando-se a atitudes mentais mais
saudáveis. Segundo escreveu Francisco Cândido Xavier, ao psicografar a obra de
André Luíz, Mundo maior, "o processo obsessivo não é, na realidade, uma
doença, é simplesmente um reflexo de mentes doentias que se unem. Ele não é uma
causa, é o efeito de um 'mal' anterior".
REBELDES
Nesses casos
de transtornos mentais, além do conhecimento espírita, medicamentos são usados.
Kardec acreditava que somente medicação não traria alívio. No Hospital André
Luiz, em BH, que tem 45 anos de funcionamento, sendo referência para casos
psiquiátricos, os pacientes, de acordo com o diretor, Roberto Lúcio Vieira, são
de todas as crenças, sendo o diferencial da unidade o tratamento espiritual.
Segundo ele, há no hospital 350 funcionários que trabalham voluntariamente.
"Com autorização do paciente ou da família, aplicamos os conhecimentos do
espiritismo." De acordo com ele, algumas doenças psiquiátricas,
geralmente, são de indivíduos mais rebeldes.
É o caso,
por exemplo, da depressão, que afeta cerca de 35 milhões de pessoas no Brasil.
"É uma doença que demarca a grande rebeldia do espírito", diz
Roberto. Segundo Jaider, geralmente, é o espírito não se contentando com a vida
que Deus lhe deu. "É como se dissesse 'já que não tenho a vida que quero,
não aceito a vida que tenho'. Se o paciente der espaço, a gente estimula a
relação com Deus e o hábito da oração", conta. Os pensamentos negativos
também contribuem para o quadro.
Outro mal
apontado pelos médicos é o de Alzheimer. Segundo Roberto, assim como a medicina
tradicional vem tentando entender essa doença que afeta a memória do paciente,
o espiritismo também busca suas explicações. Um dos esclarecimentos para a
causa da enfermidade é que a grande maioria dos portadores da doença foi
culturalmente pobre durante a vida, se prendeu a questões materiais e dificuldades
de relacionamento. "Quando ocorre o Alzheimer, é como se fosse uma
oportunidade para que essa pessoa chegue mais "limpa" espiritualmente
no outro plano. E para os familiares, é uma prova de paciência."
Transtorno
mental
Os médicos
espíritas passaram a perceber, por meio de estudos e casos clínicos, que muitos
pacientes que desenvolvem algum transtorno mental sofrem influência da sua vida
anterior. No caso da esquizofrenia grave, por exemplo, tem-se percebido que
esses espíritos, em vidas passadas, cometeram alguma transgressão às leis
divinas e, nesta vida, sentiram o peso da culpa. O paciente pode, sim, sofrer
ainda influência de outros espíritos que tiveram alguma ligação com ele nas
outras vidas.
Mal de
Alzheimer
Assim como a
medicina tradicional estuda as causas do Mal do Alzhemeir, a doutrina espírita
começa a perceber que as pessoas portadoras do mal, geralmente, foram pessoas
apegadas a bens materiais e muito vaidosas, que precisam do desapego, do
"esquecimento", marca da doença, para evoluir e fazer uma limpeza na
alma.
Depressão
Para os
médicos espíritas, a depressão atinge aqueles espíritos rebeldes, que não estão
satisfeitos com a vida que Deus lhe deu. Assim, se abrem para os pensamentos
negativos e as influências externas que podem contribuir para o agravamento do
quadro.
FONTE:
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/08/26/noticia_saudeplena,145090/transtornos-mentais-podem-ser-reflexo-de-vidas-passadas.shtml
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