Legalização
do aborto.
Na primeira
semana de Agosto/2018 entrará em pauta no STF a pedido da ministra Rosa Weber a
descriminalização do aborto até 12 semanas, ou seja, 3 meses de gestação, ela é
a relatora do caso.
Em minha
opinião, seria mais interessante discutir como fazer uma prevenção, educar a
mulher para evitar uma gravidez indesejável ao invés de abortar, atitude
radical, seria assassinato, já que há vida desde o momento da concepção, com
isso evitaria o perigo do procedimento e a morte do feto, salvando duas vidas.
Essa
educação poderia ajudar não somente a evitar gravidez, mas ajudar a diminuir os
casos de doenças sexualmente transmissíveis que está voltando como: HIV; Sífilis; Gonorreia; Herpes genital;
Hepatite B ou C. Cerca de 827 mil pessoas vivem com o HIV no país, e
aproximadamente 112 mil brasileiros têm o vírus, mas não sabem.
Engraçado
que outro dia li uma reportagem onde diziam ter vida em Marte, encontraram
“vida microscópica sob o solo do planeta”. Então consideram vida (organismos
vivos) e descartam um feto como não sendo vida? Não dá para entender.
Atitude de
aborto é egoísta, não estão dando ao “ser que está sendo gerado” a chance de nascer, podemos dizer que é uma
guerra silenciosa que só tem um lado, o da mãe. Hoje se estamos discutindo
aborto é porque nos deram a oportunidade de viver.
Porém entra
outra discussão, “saúde publica”, dizem alguns que muitas mulheres chegam a
óbito por fazerem aborto em clínicas clandestinas. Mas acham mesmo que sendo em
clínicas legalizadas o numero de mortes por consequência do aborto diminuirá?
Sabemos que qualquer procedimento cirúrgico pode levar pessoas a complicações ou
até a morte, e sendo o aborto legalizado aumentando o numero de procedimentos
aumentam os riscos.
Muitas mulheres gritam em defesa do direito de
decidir se querem ou não ter filhos, porque são donas do seu corpo, concordo, façam
o que quiser com seu corpo, mas isso não lhe dá o direito de decidir pela vida
do outro, mesmo estando no ventre.
A Pesquisa
Nacional do Aborto apresentou números alarmantes sobre a magnitude do aborto no
Brasil: uma em cada cinco mulheres aos 40 anos já fez, pelo menos, um aborto –
isso significa que 4,7 milhões de mulheres já abortaram. Isso porque no Brasil
é crime, imagine legalizado?
A mulher que aborta tem entre 18 e 39 anos, é
alfabetizada, de área urbana e de todas as classes socioeconômicas, sendo que a
maior parte (48%) completou o ensino fundamental e 26% tinham ensino superior,
diz a pesquisa. Normalmente mulheres de baixa renda e pouca escolaridade são as
que levam a gravidez até o final, prova disso está nas periferias, diferentemente
dos grandes centros onde as famílias estão diminuindo.
E preciso
haver uma conscientização, refletir, discutir, minha posição é clara, sou contra
o aborto, temos que valorizar a vida, porque quem não quer filho, previna-se
para não ter que mata-lo.... Sandra Fiore