terça-feira, 24 de julho de 2018


Legalização do aborto.

Na primeira semana de Agosto/2018 entrará em pauta no STF a pedido da ministra Rosa Weber a descriminalização do aborto até 12 semanas, ou seja, 3 meses de gestação, ela é a relatora do caso.
Em minha opinião, seria mais interessante discutir como fazer uma prevenção, educar a mulher para evitar uma gravidez indesejável ao invés de abortar, atitude radical, seria assassinato, já que há vida desde o momento da concepção, com isso evitaria o perigo do procedimento e a morte do feto, salvando duas vidas.
Essa educação poderia ajudar não somente a evitar gravidez, mas ajudar a diminuir os casos de doenças sexualmente transmissíveis que está voltando como:  HIV; Sífilis; Gonorreia; Herpes genital; Hepatite B ou C. Cerca de 827 mil pessoas vivem com o HIV no país, e aproximadamente 112 mil brasileiros têm o vírus, mas não sabem.
Engraçado que outro dia li uma reportagem onde diziam ter vida em Marte, encontraram “vida microscópica sob o solo do planeta”. Então consideram vida (organismos vivos) e descartam um feto como não sendo vida? Não dá para entender.
Atitude de aborto é egoísta, não estão dando ao “ser que está sendo gerado”  a chance de nascer, podemos dizer que é uma guerra silenciosa que só tem um lado, o da mãe. Hoje se estamos discutindo aborto é porque nos deram a oportunidade de viver.
Porém entra outra discussão, “saúde publica”, dizem alguns que muitas mulheres chegam a óbito por fazerem aborto em clínicas clandestinas. Mas acham mesmo que sendo em clínicas legalizadas o numero de mortes por consequência do aborto diminuirá? Sabemos que qualquer procedimento cirúrgico pode levar pessoas a complicações ou até a morte, e sendo o aborto legalizado aumentando o numero de procedimentos aumentam os riscos.
 Muitas mulheres gritam em defesa do direito de decidir se querem ou não ter filhos,  porque são donas do seu corpo, concordo, façam o que quiser com seu corpo, mas isso não lhe dá o direito de decidir pela vida do outro, mesmo estando no ventre.
A Pesquisa Nacional do Aborto apresentou números alarmantes sobre a magnitude do aborto no Brasil: uma em cada cinco mulheres aos 40 anos já fez, pelo menos, um aborto – isso significa que 4,7 milhões de mulheres já abortaram. Isso porque no Brasil é crime, imagine legalizado?
 A mulher que aborta tem entre 18 e 39 anos, é alfabetizada, de área urbana e de todas as classes socioeconômicas, sendo que a maior parte (48%) completou o ensino fundamental e 26% tinham ensino superior, diz a pesquisa. Normalmente mulheres de baixa renda e pouca escolaridade são as que levam a gravidez até o final, prova disso está nas periferias, diferentemente dos grandes centros onde as famílias estão diminuindo.
E preciso haver uma conscientização, refletir, discutir, minha posição é clara, sou contra o aborto, temos que valorizar a vida, porque quem não quer filho, previna-se para não ter que mata-lo.... Sandra Fiore

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